PARTICIPANTES

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André Romão
(Lisboa, 1984)

Formação: Licenciatura em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa 2007. Bolseiro Erasmus em Pintura na Academia di Brera, Milão 2006. Frequência do curso de Pintura na Ar.Co, 2006. Exposições Colectivas:Tracção, Artecontempo, Lisboa 2008; A River ain’t too Much to Love, Spike Island, Bristol (UK) 2008; Luoghi per Eroi, Vianuova AC, Florença (IT) 2008; Ocorrência, Galeria Baginski, Lisboa 2008; Eurásia, Casa-Museu Anastácio Gonçalves, Lisboa 2008; Prémio EDP Novos Artistas, Central do Freixo, Porto 2007, Antes que a produção cesse, Espaço Avenida, Lisboa 2007; Ambulatório – Residência artística na Eira 33, Lisboa 2007; Depois do Dilúvio, Antigo Mercado, Ourique 2007; A Derrota, Lagar de Azeite, Oeiras 2006, Museu della Permanente, Milão (IT) 2006; O Pavilhão de Augusta Narval, Rua do Alecrim 28b, Lisboa 2006; Werk, Galeria 59, Lisboa 2005. Prémio EDP Novos Artistas 2007.

Desde 2007 Co-editor da ATLAS PROJECTOS (com Gonçalo Sena e Nuno da Luz),

 

ATLAS PROJECTOS

(André Romão, Gonçalo Sena, Nuno da Luz)

www.atlasprojectos.netinfo@atlasprojectos.net

Edições: ATLAS PROJECTO DE DESENHO com a participação de Alexandre Conefrey, Ana Baliza, Ana Jotta, Ana Manso, Daniel Melim, Delfim Sardo, João Queiroz, Martinha Maia, Miguel Ângelo Rocha, Pedro A.H. Paixão e Pedro N. Marques; ATLAS MONUMENTOS de André Romão, Gonçalo Sena e Nuno da Luz.

Apresentações: Desenho – Projectos Editoriais, Fundação Carmona e Costa – Lisboa, com a apresentação do ATLAS MURAL N.2 de Paulo Brighenti; Poxecto Edición, Pazo da Cultura de Pontevedra, com a apresentção do ATLAS MURAL N.1 de Daniel Melim

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Daniel Melim 1982 Faz pintura, escreve e tem projectos mais dificeis de classificar. Presentemente, desenvolve também maneiras de criar imagens em grupo, centrando-se no equilíbrio entre regras e liberdade e na separação entre quem decide e quem executa os desenhos.

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Edmund Cook nascido em Londres em 1984, licenciado em Fine Arts pela Universidade de Leeds. Recentemente, completou o curso de desenho na Prince’s Drawing School. Ao começar a residência, muda-se também para Lisboa onde quer desenvolver o seu trabalho.

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Daemond Daemond é uma editora de pessoas pouco satisfeitas. Somos pessoas não totalmente realizadas e, é verdade, editamos pessoas de quem gostamos. Não acreditamos em desvincular o discurso de quem o diz, tal como não acreditamos em criadores para a gaveta – isso é apenas uma circunstância, não um estado. Queríamos fazer mais e ajudar a fazer mais. Editamos pessoas na sua expressão mais própria, na maneira que mais gostem de falar. O afecto e a empatia são os nossos únicos pilares editoriais: ou seja, temos de gostar da pessoa e daquilo que fazem e também muito vice versa. Há muitas pessoas bonitas a fazerem coisas bonitas a não serem vistas por esse mundo a fora. Se pensarmos globalmente e agirmos localmente, o que começamos agora a fazer era inevitável, com tanto talento bruto, aqui mesmo à nossa volta, a entrar-nos olhos a dentro quase todos os dias.

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Duarte Martins Lisboa 1986.
Frequenta o último ano do curso de escultura  da Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

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Joana Bértholo anda a tentar viver um ano em todas as cidades com “B” no nome. Nasceu e cresceu em (lis)Boa, viveu em Berlim, e agora vai para Buenos Aires. Também viveu em Gent, é verdade, mas há que considerar que fica na Bélgica. Nestes sítios todos sempre foi Design o pretexto, Pessoas a finalidade. Trabalha com o SocialDesignSite e os INDEXawards e é sobre estes assuntos que escreve e pesquisa. Anda à procura de um editor para um livro sobre o Fim do Mundo, mas não foi isso que a trouxe a esta residência sobre publicações. Em Buenos Aires vai trabalhar na “editora mais colorida da América do Sul”, a Eloisa.
Mais.

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João Maria Lourenço (1984) é estudante de Design de Comunicação na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Tem interesse em música e acústica, desenho de informação, tipografia, desenho, animação, fotografia e cinema, condição humana, culinária e nutrição.

Editou, de modo amador, alguns dos episódios musicais em que participou. Nestes, compôs e interpretou composições suas e participadas, como baterista e guitarrista. Actualmente, dedica-se ao estudo teórico de música e interpreta para guitarra acústica solo.

Tem três curtas metragens, um clip musical e duas animações acabadas, embora em estado de maquete. Em todas, compôs e compilou as bandas sonoras e sonoplastia.

Realizou e produziu um spot publicitário de índole institucional para a RTP2 anunciando um concurso recentemente lançado aos alunos do 12º ano de Portugal – DEL8. O projecto do concurso foi desenvolvido pelo colectivo Ad Gentes e o clip foi feito em parceria com Maria Estrela Lourenço.

Presentemente colabora em dois projectos curatoriais de dois colectivos de artístas, para acontecerem no ano de 2009.
Acompanha o desenho da carta arqueológica de Sesimbra com o Prof. Luís Jorge Gonçalves, Maria Alexandra Ramires e Joana Sofia Nascimento.
Em conjunto com Joana Sofia Nascimento, produz trabalho infográfico para o Centro de Saúde de Sete Rios.

Já trabalhou no restaurante Oriente Chiado, como ajudante de cozinheiro e, como cozinheiro, participou no evento Vida Verde 2007. Dedica-se apenas à confecção de comida vegetariana.

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Marta Pina, Lisboa 1977.
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Mariana Dias da Cunha nascida a 15 de Fevereiro de 1984 em Lisboa, Mariana Dias da Cunha é uma artista que tem como inspiração a natureza e a magia desta. Completou um Bacharelato em Belas Artes, em Central St.Martin’s College of Art and Design em Londres. Durante este período desenvolveu um maior interesse no seu próprio país, tendo tornado a costa portuguesa na sua maior fonte de inspiração. A passagem do tempo e seus efeitos nas rochas, nas areias e nas águas, são temas proeminentes que são abordados de forma festiva que celebra a natureza através da orgia da retina ou seja uma total submersão visual no ambiente sugerido.
Uma das técnicas mais presentes é o processo de layering,ou camadas, que criam a ilusão óptica de profundidade e que de certa forma retomam também a ideia de portais e janelas na natureza que dão acesso ao mágico e inesperado. Esta técnica ilustra a convicção da artista de que a natureza é uma matéria amorfa e em constante mutação tal como o seu trabalho.

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Pedro Miguel Raposo Gonçalinho
09/07/1985
Licenciatura em Geografia e Planeamento Regional
2 Minores em História
Mestrando do curso de Formação Incial de Professores de História e Geografia.
Áreas de Interesse: Associativismo; Globalização; História de Portugal; Desenvolvimento e Sustentabilidade, entre outras.

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Pedro Neves Marques (1984, Lisboa) Licenciado em Artes Plásticas-Pintura pela FBAUL em 2007. Bolseiro Leonardo da Vinci como assistente de produção para Sparwasser HQ, Berlim, 2008; Bolseiro Sócrates-Erasmus para Acaddemia di Belle Arti di Firenze, 2006/07.
Exposições individuais: Imagética Abreviada (Galeria Pedro Cera, Maio/ Junho 2008). Co-organizou e participou nas exposições colectivas: O Pavilhão de Augusta Narval (Rua do Alecrim; Lisboa; 2006); Antes que a produção cesse (Espaço Avenida; Lisboa; 2007) e Eurásia (Casa-Museu Anastácio Gonçalves; Março/ Maio 2008). Foi um dos vencedores do prémio BesRevelação 2007, Casa Serralves-Museu de Arte Contemporânea (Porto; 2007). Outras exposições e projectos: A river ain’t to much to love, Spike Island, Bristol, 2008; O Desenho de Fuga, Sparwasser HQ, Berlim, 2008 (com Mariana Silva); Ocorrência, Galeria Baginski; 2008. É autor dos livros de artista Moloch e os Actos de Criação (2006) e O Desenho de Fuga (2008; com Mariana Silva).
contacto: pedronevesmarques@gmail.com
              (+351)  917542506
              www.o-declive.blogspot.com

Dr. Teresa Dillon (IRE/UK) is an artist-researcher and director of the intermedia company Polar Produce. Through Polar Produce she creates and produces, location-based, intermedia work, which combine performance, visual and sound arts, interactive design, new and old media.  Alongside her work in Polar Produce, Teresa also creates her own location and sound based installations and performances and works with Kathy Hinde, in the sound art duo BOP. Over the years her work has been shown internationally at various festivals and conferences and she has published on creative collaboration, music technology, new media design, open source technology and educational media. In 2007, she set up N.I.P. – New Interfaces for Performance, a distributed research and touring network of artists from across the UK, Portugal and The Netherlands.
She also directs the UM Intermedia Festival, Lisbon, Portugal and the OFFLOAD-Systems for Survival art-research programme. Teresa has also worked as a freelance producer and researcher (e.g. BBC) and lectures and supervises students on the Arts, Culture and Education, MA at Cambridge
University.
www.polarproduce.org
www.1um1.net

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